domingo, 17 de maio de 2020

Fluxo de usuários duplica e Secretaria de Saúde reestrutura Central de Triagem do Sesi

Instalação de tendas e cadeiras proporciona distanciamento social e evita aglomerações; unidade já realizou 8.477 atendimentos e 5.787 testes rápidos

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Estrutura disponibilizada pela Sesau assegura atendimento humanizado a usuários da Central de Triagem do Sesi
Estrutura disponibilizada pela Sesau assegura atendimento humanizado a usuários da Central de Triagem do Sesi Ascom Sesau
 
 Texto de Josenildo Törres

O fluxo de usuários na Central de Triagem do Ginásio do Sesi, no bairro Trapiche, duplicou na última semana. Para assegurar que os usuários aguardem pelo atendimento sentados e não haja aglomerações, a Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) montou duas tendas e disponibilizou 100 cadeiras, respeitando o distanciamento social. A medida, implementada neste sábado (16), visa humanizar o atendimento àqueles que apresentam síndromes gripais e procuram o serviço para serem consultados por médicos, além de serem submetidos à testagem rápida para o diagnóstico da Covid-19.

Para se ter ideia da grande demanda que o serviço tem recebido diariamente, a capacidade instalada é de 200 atendimentos por dia, mas foram realizados 265 atendimentos na sexta-feira (15) e 315 até as 19h deste sábado (16).

Com o registro do aumento de pacientes com síndromes gripais que procuravam a porta de entrada do HGE [Hospital Geral do Estado], criamos a Central de Triagem do Ginásio do Sesi, protegendo assim os servidores e pacientes do maior hospital público do estado. Entretanto, a população começou a procurar prioritariamente o novo serviço em busca de testagem e consulta, o que resultou em um fluxo de usuários acima da capacidade instalada e gerou demora no atendimento e aglomerações, que serão corrigidas com as intervenções feitas neste sábado [16]”, explicou o secretário de Estado da Saúde, Alexandre Ayres.

Inaugurada no dia 14 de abril deste ano, a Central de Triagem do Ginásio do Sesi já realizou 8.477 atendimentos e 5.787 usuários foram submetidos a testes rápidos para a Covid-19, com 479 deles tendo apresentado resultado positivo para a doença causada pelo novo coronavírus. O serviço funciona todos os dias da semana, 24 horas por dia, em uma estrutura que dispõe de 10 consultórios, quatro salas de coleta, 16 poltronas de medicação e 114 profissionais envolvidos nos atendimentos, entre médicos, técnicos de enfermagem, enfermeiros, farmacêuticos e técnicos administrativos.

Nova Central de Triagem – A Sesau inaugura, nesta segunda-feira (18), a Central de Triagem do Benedito Bentes. O novo serviço vai funcionar no estacionamento do Shopping Pátio Maceió e terá capacidade para 200 atendimentos diários, com cinco médicos de plantão, atuando 24 horas por dia, de domingo a domingo.

sábado, 16 de maio de 2020

Governo vai instalar Central de Triagem para pessoas com sintomas gripais no Jacintinho

Após abertura no Benedito Bentes, na segunda (18), Arapiraca, Porto Calvo e Santana também receberão Unidades de Urgência para Síndromes Gripais

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Central do Benedito Bentes começa a funcionar na próxima segunda (18) no estacionamento do Shopping Pátio Maceió
Central do Benedito Bentes começa a funcionar na próxima segunda (18) no estacionamento do Shopping Pátio Maceió Márcio Ferreira

 
Texto de Severino Carvalho
O Governo do Estado vai instalar mais uma Unidade de Urgência para Síndromes Gripais em Maceió, no bairro Jacintinho. Com isso, a capital alagoana terá três Centrais de Triagem voltadas ao atendimento de pessoas com sintomas de gripe, a fim de diagnosticar e isolar mais rapidamente casos de Covid-19. O anúncio foi feito pelo governador Renan Filho nesta sexta-feira (15), ao vistoriar a montagem da Central do Benedito Bentes, que começa a funcionar na próxima segunda (18) no estacionamento do Shopping Pátio Maceió.


Também serão erguidas outras três unidades no interior do estado, nos municípios de Arapiraca, Porto Calvo e Santana do Ipanema. “Estamos ampliando a oferta de serviços para que o cidadão tenha mais facilidade de ser atendido perto de sua casa, nesse momento de pandemia provocada pelo novo coronavírus. Aqui (no Benedito Bentes) teremos cinco médicos trabalhando 24 horas por dia”, informou o governador.


A Unidade de Urgência para Síndromes Gripais do Jacintinho será instalada na área onde funcionava o Mini Pronto-Socorro, desativado após a construção da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Dr. Ismar Gatto.
Maceió já conta com uma Central de Triagem em funcionamento há um mês, instalada no Ginásio do Sesi, bairro do Trapiche da Barra. As centrais foram criadas para prestar atendimento 24 horas, todos os dias da semana, oferecem avaliação médica e realizam o teste rápido para Covid-19 em pacientes que já apresentam os sintomas da doença há, pelo menos, sete dias.


O secretário de Estado da Saúde, Alexandre Ayres, revelou que a pasta também estuda a instalação de uma Unidade de Urgência para Síndromes Gripais em União dos Palmares, no Vale do Mundaú. Lá, o Governo do Estado está finalizando a construção do Hospital Regional da Mata. “O objetivo das Unidades de Urgência para Síndromes Gripais é acelerar o atendimento à população”, pontuou Ayres, que acompanhou o governador durante a inspeção.

sexta-feira, 15 de maio de 2020

Alagoas alcança 1º lugar em ranking de transparência sobre coronavírus no Brasil

Índice avalia nacionalmente a qualidade dos dados e informações relativas à pandemia da Covid-19 disponibilizadas pelos governos estaduais

 
 
Texto de Minne Santos

Alagoas alcançou o primeiro lugar entre os estados mais transparentes do Brasil em relação à divulgação de dados sobre a pandemia do novo coronavírus. É o que apontou o último relatório do Índice de Transparência da Covid-19, divulgado nesta quinta-feira (14), pela ONG Open Knowledge Brasil (OKBR).  
De acordo com o levantamento, o estado conseguiu atingir 98 pontos de um total de 100 estabelecidos pela instituição para o ranking. O índice leva em consideração os boletins e informativos epidemiológicos, painéis, relatórios, entre outras publicações de portais de saúde e de órgãos ligados à produção de dados no âmbito da esfera pública.
Responsável pela disponibilização de dados em parceria com a Secretaria de Estado da Saúde (Sesau), a Secretaria de Estado do Planejamento, Gestão e Patrimônio de Alagoas (Seplag), por meio da Superintendência de Produção da Informação e do Conhecimento (Sinc), monitorou o levantamento para atender aos requisitos estabelecidos e prestar informações cada vez mais completas à sociedade.
"É uma posição muito importante para o nosso Estado e demonstra que o trabalho em busca da transparência é uma prioridade", observa o governador Renan Filho.
O secretário de Saúde, Alexandre Ayres, reforça a importância da transparência nos dados e acesso à informação nesse período crítico de pandemia. "A gestão pública moderna exige que um dos princípios mais importantes seja o princípio da transparência. A gente tem atuado com muito equilíbrio, com muita serenidade, ouvindo a ciência, mas principalmente, priorizando o acesso aos dados", afirma. 
Além do portal Alagoas Contra o Coronavírus, desenvolvido pela Secretaria de Estado da Comunicação, que divulga diariamente informações sobre a situação da pandemia no estado, os alagoanos também passaram a contar com o Painel Covid-19, uma plataforma interativa que reúne diversos dados relacionados ao coronavírus. A ferramenta, que vem recebendo atualizações desde a sua criação, está em formato de dados abertos e conta com mapas, visualização dos dados por município, por bairro, por sexo, por idade, entre outras coisas.  
“O Estado tem feito um movimento gigantesco para atualizar a população alagoana, diariamente, com informações sobre a pandemia do novo coronavírus. É um trabalho bastante minucioso e sobre o qual as equipes técnicas se debruçam com muito afinco para que possamos assegurar cada vez mais qualidade na entrega de dados. Para nós, este é um reconhecimento muito simbólico e que representa o quanto temos nos empenhado em garantir informação atual e segura para ultrapassarmos este momento”, pontua o secretário do Planejamento e Gestão, Fabrício Marques Santos.

Governo vai criar linha de transporte exclusiva para profissionais de enfermagem

Iniciativa da Secretaria de Saúde busca reduzir o risco de contaminação no deslocamento de casa para o trabalho nas unidades de saúde do Estado


Secretário Alexandre Ayres anunciou a medida durante live com o presidente do Coren em Alagoas
Secretário Alexandre Ayres anunciou a medida durante live com o presidente do Coren em Alagoas Ascom Sesau
 
 

Texto de Josenildo Torres
O governo de Alagoas vai disponibilizar transporte exclusivo para os profissionais de enfermagem que trabalham nas unidades de saúde estaduais e estão atuando no enfrentamento da Covid-19. O anúncio foi feito pelo secretário de Estado da Saúde, Alexandre Ayres, durante live promovida pelo Conselho Regional de Enfermagem de Alagoas (Coren-AL).


Serão criadas rotas de transporte para auxiliares, técnicos e enfermeiros para o deslocamento entre suas residências e o local de trabalho. Por meio desta medida, os profissionais não terão que utilizar o transporte público, como forma de reduzir o risco de contaminação pelo novo coronavírus.


“Estamos estudando para, na próxima semana, anunciarmos um projeto dessas rotas de transporte para os profissionais de saúde que estão trabalhando no enfrentamento do Covid-19. Com isso, estaremos zelando pela saúde dos profissionais da saúde e evitando novos afastamentos em razão de contaminação pelo novo coronavírus”, afirmou o secretário de Estado da Saúde.


Desde o início da pandemia da Covid-19 até a última segunda-feira (11), já foram afastados de seus postos de trabalho 371 profissionais de enfermagem em Alagoas. Destes, 91 já tiveram a confirmação de que estão contaminados pela doença e 280 ainda aguardam o resultado de seus exames, segundo dados do Coren/AL.


Durante a live, o presidente do Coren-AL, Renné Costa, disse que a iniciativa será de grande importância para os profissionais de enfermagem. “Acredito que esse projeto seja pioneiro no Brasil e que pode ajudar profissionais da Enfermagem, já que ao pegar o trajeto até seu local de trabalho em transportes públicos, entram em contato direto com diversas pessoas, podendo infectar ou transmitir o novo coronavírus”, ressaltou.

segunda-feira, 11 de maio de 2020

Governo de Alagoas compra mais 50 respiradores para reforçar enfrentamento à Covid-19

 
 
 
Alagoas adquiriu, por meio de compra coletiva realizada pelo Consórcio Nordeste, mais 50 respiradores para o enfrentamento da pandemia provocada pelo novo coronavírus (Covid-19) no estado. Os equipamentos, fabricados na Europa, começam a chegar no final desta semana e vão equipar as UTIs exclusivas para tratamento da Covid-19.

O Estado já havia comprado outros 74 respiradores no ano passado para equipar os novos hospitais que agora estão sendo utilizados nos leitos para vítimas graves da doença em Alagoas.

À exceção do Rio Grande do Norte, todos os demais estados nordestinos participaram da compra coletiva, cujo valor total foi de R$ 94.208.400. Alagoas participou com o montante de R$ 10.513.800 para a aquisição dos equipamentos.

A compra coletiva foi feita em 27 de abril e por determinação do Consórcio Nordeste não foi divulgada anteriormente por estratégia comercial de defesa com o objetivo de preservar a garantia de chegada dos equipamentos, que está prevista para o fim desta semana. A corrida mundial para a compra de respiradores por causa da pandemia provocou a escassez do produto no mercado global.

O secretário de Saúde, Alexandre Ayres, lembra que o Estado aguarda ainda outros 30 respiradores do Ministério da Saúde, que ainda não chegaram. “Não estamos medindo esforços para fazer essas aquisições fundamentais para salvar vidas”, conclui.

REFLEXÕES DOS 75 ANOS DO FIM DA SEGUNDA GUERRA MUNDIAL





José Vieira da Cruz*

No último 07 de maio, as celebrações sobre o final da Segunda Guerra Mundial mais uma vez ocuparam os noticiários. Desta feita, com uma inovação que tende a se tornar frequente. Nas cidades em que ocorreram as referidas homenagens, os eventos foram acompanhados pela população através dos meios de comunicação e das redes sociais, salvo a presença de algumas autoridades nos atos. Assim, mesmo diante de uma pandemia e da prática do lockdown, vários países optaram por manter as celebrações e não esquecer o passado. Este fato, da necessidade de se manter reflexões relacionadas aos 75 anos do fim do referido conflito e a partir dele compreender como a atual ordem mundial foi organizada, indica o quanto é importante recordar e analisar os desdobramentos políticos, econômicos e sociais do pós-guerra.


Em razão da Segunda Guerra Mundial (1939-1945), o mundo dividiu-se entre países que defendiam liberdades democráticas ou o socialismo e aqueles que defendiam o pensamento único, regimes autoritários e práticas de intolerância por questões religiosos, raciais, ideológicas ou por outras diferenças. Não é demais lembrar que o conflito não foi obra somente de seus líderes, partidos e ideologias. É necessário recordar que parte da sociedade na Alemanha, na Itália e em outros países, seduzidas por ideias da extrema-direita, ultranacionalistas e antissemitas, apoiaram a guerra e o extermínio de milhões de pessoas. Neste contexto, foi necessário a construção de uma aliança entre os países que defendiam os princípios da democracia liberal e aqueles que defendiam socialismo para derrotar um inimigo maior: o Nazifascismo.  


No campo da História, registros, lembranças e rememorações de acontecimentos suscitam importantes reflexões sobre as escolhas que cada sociedade faz quanto ao seu desenvolvimento político, econômico e cultural.  Por essa razão, os(as) historiadores(as), no exercício de seu ofício profissional, insistem em lembrar, recordar, avaliar e interpretar as repercussões dos acontecimentos do passado sobre o presente. A respeito, Eric Hobsbawm ao escrever a obra, “Era dos Extremos: o breve século XX, 1914-1991”, publicada em 1994,  afirmou que os historiadores costumam lembrar o que os outros esquecem, a exemplo dos horrores da guerra e da necessidade de alianças em defesa da democracia, da liberdade e da vida.


Dentro desta perspectiva, as lições, significados e reflexões deixadas pela Segunda Guerra Mundial, sobretudo, a do legado de substituir regimes autoritários, totalitários e racistas, por regimes propensos a valorizar a democracia, a liberdade, a justiça social,  a pluralidade e o respeito aos diferentes, tem sido uma importante premissa no campo das relações internacionais e dos debates políticos contemporâneos.


No Brasil, as consequências do fim da Segunda Guerra Mundial contribuíram decisivamente para derrubar a ditatura do Estado Novo (1937-1945) e para instituir importantes experiências democráticas no país nas décadas seguintes. Experiências, logo e lamentavelmente, interrompidas por mais um regime autoritário: a ditadura civil-militar (1964-1985). Nos últimos 35 anos, como é do conhecimento de todos, por um lado, o país retomou o exercício do Estado Democrático de Direito, mas, por outro, tem passado por reformas e desafios para manter a ordem institucional democrática.


Voltando as rememorações da Segunda Guerra Mundial, a partir de meados do século XX,  os ventos de liberdade, democracia e de tolerância que passaram a soprar no mundo do pós-guerra são tão importantes quanto a rejeição, nos dias atuais, dos discursos obscurantistas de negação da ciência, de exaltação da cultura de ódio aos diferentes, e da banalização da perda de vidas humanas ceifadas pela pandemia do Covid-19. Discursos e práticas estimuladas por algumas autoridades políticas e empresariais em determinados países, dentre os quais os Estados Unidos da América, o Brasil e, até pouco tempo, ao menos em parte, pelo Reino Unido.


Em termos opostos, compreendemos a vida humana como um valor inumerável no qual cada sujeito esculpe em sua história contribuições com significados próprios. Cada vida traz em si sentimentos, sentidos e legados, sejam elas vividas em grotões, campinas, restingas, florestas, cerrados, sertões, mangues, favelas, mocambos, condomínios, mansões, palácios, castelos, indústrias, comércios ou ruas. Como bem escreveu João Cabral de Melo Neto, em “Morte e vida Severina”, em texto elaborado na década de 1950, toda vida é uma explosão de significados, mesmo que seja uma vida Severina.


Desta forma, aprender com o passado, em particular com as reflexões deixadas pelos 75 anos do final da Segunda Guerra Mundial, também nos possibilita pensar acerca das consequências das escolhas que cada sociedade faz ou pode fazer. Existem é claro acontecimentos de difícil resolução e previsão: desastres naturais, acidentes, crises econômicas, doenças, dentre outros desventuras. Mas, como asseverou Nicolau Maquiavel, na clássica obra “O Príncipe”, texto do século XVI, ao menos em parte, é possível para aqueles que planejam, organizam e se prepararam, solucionar ou reduzir os efeitos de acontecimentos naturais, não previstos e/ou indesejáveis. E isso, para Maquiavel, depende do posicionamento de governantes e de governados que partilham as escolhas de uma sociedade em determinada época, lugar e contexto.


Há, portanto, escolhas que são difíceis mais são possíveis. A respeito, as reflexões sobre períodos posteriores a guerras, crises econômicas e pandemias, nos ensinam que em favor da vida, da liberdade e da solidariedade entre povos de diferentes nações, alguns países, partidos e políticos relativizaram divergências e se uniram em torno de princípios e de agendas políticas em comum: justiça social, políticas de Estado de bem-estar e liberdades democráticas individuais, coletivas e sociais.


No caso dos desafios atuais da democracia brasileira, em particular dos impasses federativos entre União, Estados, Distrito Federal e os municípios, em torno dos recursos e das ações para combate a pandemia do novo Coronavírus, as contradições entre o “nós” contra “eles”, nunca esteve tão em evidencia e nunca foi tão indesejado.  Mas, não obstante as diferenças e respeitados os códigos de civilidade, ética e diplomacia, entre aqueles que defendem a vida, a democracia, a justiça social e a liberdade de expressão, há mais pontos em comuns que diferenças.


Neste sentido, espero que as duras lições da Segunda Guerra Mundial possam também nos ajudar a pensar os desafios de nosso tempo. Dentre essas lições, por um lado, está a necessidade de recordar os horrores da guerra, das ditaduras e das arbitrariedades contra os direitos humanos, para que eles não sejam esquecidos e não voltem a ocorrer. E, de outro lado, a necessidade de articulação de pactos, frentes e alianças políticas em defesa da vida, das liberdades democráticas e do respeito aos diferentes. Lições presentes, rememoradas à distância pelos meios de comunicação e pelas redes sociais, dentro do chamado “novo normal” destes tempos de pandemia e de práticas de lockdown.  Ao menos, estes foram os sentimentos, sentidos e exemplos que as celebrações, ocorridas na primeira semana de maio deste ano, sob minha modesta interpretação, evidenciaram em razão dos 75 anos do fim da Segunda Guerra Mundial.

*Professor da UFAL, Doutor em História pela UFBA, membro do IHGSE e da ACALE

quinta-feira, 7 de maio de 2020

Governador Renan Filho recebe alta médica e é liberado para retomar trabalho

Governador estava em isolamento domiciliar
Governador estava em isolamento domiciliar Arquivo/Márcio Ferreira
 
Texto de Agência Alagoas

O governador Renan Filho recebeu, nesta quinta-feira (07), atestado com alta médica para retornar às suas atividades, após ter a doença Covid-19 iniciada no dia 21 de abril. O tratamento da doença foi feito em casa, com evolução satisfatória para curas clínica e sorológica, segundo a médica infectologista Sarah Dellabianca (CRM/AL 6881). O documento atesta ainda que o governador está apto ao trabalho e sem restrições laborais.