quinta-feira, 4 de outubro de 2018

Câmara de Delmiro Gouveia realiza sessão solene em alusão ao Outubro Rosa



 A Câmara de Vereadores de Delmiro Gouveia realiza nesta sexta-feira (5), uma sessão solene em alusão ao Outubro Rosa, mês de intenso combate e prevenção ao câncer de mama.

A solenidade acontece às 19h e contará com palestras e atividades ressaltando a importância do autoexame e alguns cuidados. O grupo Mulheres Guerreiras será um dos convidados da Casa Legislativa.

A ação tem como idealizadora a vereadora Fabíola Marques, que ressalta a importância do evento. “O Outubro Rosa é uma campanha mundial, realizada anualmente no mês de outubro, que busca a conscientização das mulheres a respeito da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer de mama, aumentando as chances de cura e reduzindo a mortalidade. Diante do que representa, esta Casa não poderia deixar passar em branco”, falou Fabíola.

Serviço:
Sessão solene em alusão ao Outubro Rosa
Câmara de Vereadores de Delmiro Gouveia
Data: 05/10/2018
Hora: 19h

quarta-feira, 3 de outubro de 2018

Campus Palmeira garante medalhas de ouro e prata na Mostra de Foguetes

Assessoria

 Êxito dos alunos os levará até a Jornada de Foguetes na Barra do Piraí/RJ

O Instituto Federal de Alagoas (Ifal), campus Palmeira dos Índios, garantiu duas equipes medalhistas na Mostra Brasileira de Foguetes (MOBFOG): uma de ouro e outra de prata. O feito foi alcançado após o lançamento de foguetes de garrafas PET em maio deste ano e levará a dupla Ely Lima e Mirosmar Teixeira (ambos de Eletrotécnica) a representar o campus na Jornada de Foguetes, que será realizada na Barra do Piraí/RJ.

Participantes do nível 4 da competição, os estudantes confeccionaram seus foguetes utilizando produtos como vinagre e bicarbonato de sódio, responsáveis pela pressão no lançamento. Com o alcance de 218 m de distância, este ano, o aluno Ely Lima superou seu próprio recorde, que no ano passado foi de 214 metros, e por isso ele já é um veterano na Jornada, afinal esta é a terceira vez em que estará no evento.

Este ano nós já tínhamos uma noção de como seria e nos preparamos para isso. Foram surgindo os desafios: fazer a base dar certo, realizar os lançamentos. As distâncias foram aumentando até que conseguimos quebrar o recorde de 214 m. O Mirosmar já tinha uma preparação também por conta das oficinas e isso tornou o processo mais fácil”, relata Ely.

Diferentemente do seu colega, esta é a estreia de Mirosmar na Jornada e a expectativa é grande em torno da nova experiência: “será algo interessante ter contato com pessoas de outros estados e poder trocar conhecimentos e ter acesso às palestras, conhecer astronautas e especialistas na área”, diz.

Em fevereiro, ele esteve participando de uma iniciativa promovida pelo próprio Ely em parceria com alunos egressos do campus: Daniela Vieira e Vinícius Barros, sob coordenação do professor de Física, Manoel Pereira. Eles foram responsáveis rela realização da II Oficina de Foguetes, momento que oportunizou aos alunos a prática do assunto.

A teoria é muito importante, pois é quando você compreende a construção do protótipo e assuntos, como por exemplo, aerodinâmica, mas a prática é necessária para que possamos aprender com os erros e tentar consertá-los. Problemas que vão surgindo e temos que solucioná-los”, explica Mirosmar, acerca da necessidade de execução das oficinas no campus.

Literalmente “pratas da casa”

190 metros. Este foi o alcance atingido no lançamento do foguete dos alunos de Eletrotécnica: Tony Rocha, Letycia Torres e Weverton Leite. Segundo o regulamento da competição, no intervalo de 211m a 174m, as equipes obtêm medalha de prata na Mostra. É o caso deles, que se preparam desde o início do ano. A equipe foi montada após surgir uma parceria entre Tony e Letycia. “No começo não tínhamos ideia do que se tratava, fomos pela curiosidade”, confessa Tony.

Mas o interesse foi tomando conta da dupla e eles resolveram convidar Weverton para ser mais um integrante. “Fomos para a oficina na brincadeira, mas a gente acabou se destacando. Agora estamos focados a conseguir algo maior e melhorar a distância”, conta Weverton.

A MOBFOG é destinada aos alunos de escolas públicas e privadas. O intuito é avaliar a capacidade dos jovens de construir e lançar, o mais longe possível, foguetes feitos de garrafa PETou de canudo de refrigerante.

Somente os participantes do nível 4 (projetos de foguetes de garrafa PET) são convidados para a Jornada. Além da distância dos protótipos, registrados em vídeo, os trabalhos também são avaliados por meio dos relatórios enviados pelos estudantes e professores à coordenação da MOBFOG. 

Fonte: Assessoria

terça-feira, 2 de outubro de 2018

Exuberante ou seco? Qual visão do Semiárido permeia o imaginário popular?


Ifal Piranhas leva ao III Conac um sertão cheio de riquezas naturais e turísticas e muitas ideias para explorar suas capacidades em projetos de pesquisa e extensão

Assessoria


O Ifal Piranhas participou da tercei ra edição do Congresso Acadêmico do Instituto Federal de Alagoas (III Conac), que reúne todos os trabalhos de ensino, pesquisa e extensão dos 16 campi da instituição. O evento, que aconteceu no campus Maceió, entre os dias 25 e 27 de setembro, contou com 33 projetos do campus Piranhas (14 de extensão, 16 de pesquisa e 3 de ensino). O Ifal Piranhas levou para Maceió, em seus mais de trinta projetos, a verdadeira imagem do sertão, que poucos conhecem, com as riquezas da Caatinga e as potencialidades do Semiárido, potencialidades estas que os estudantes da escola têm aprendido a explorar e valorizar.


Preservação ambiental

Muitos projetos tiveram em comum a abordagem das temáticas da preservação e da educação ambiental. Isso se deve a dois fatores: os cursos do Ifal Piranhas dialogam com a questão do meio ambiente (cursos técnicos em Agroecologia, Agroindústria, Alimentos e o superior em Engenharia Agronômica) e o outro fator é a exuberância da paisagem onde o campus está inserido. Banhada pelo rio São Francisco e cheia de atrativos turísticos e históricos, Piranhas enfrenta a contradição de ser rica em potenciais e pobre em desenvolvimento e é pensando em contribuir para mudar essa realidade que os pesquisadores docentes e discentes do Ifal Piranhas vêm propondo seus projetos.
Segundo o professor de Biologia, Cristian J. S. Costa, essa contradição não é uma característica apenas de Piranhas, mas das cidades do Semiárido de uma forma geral. E, para ele, os pesquisadores do Instituto Federal têm a responsabilidade de explorar os potenciais da região, que já têm uma tendência natural ao crescimento, buscando aumentar o poder de renda da população, valorizando as riquezas, sem prejudicar os recursos naturais. “Nossos projetos buscam, então, abranger três áreas específicas: a econômica, a social e ambiental; alcançando essas áreas é possível não apenas crescer, mas desenvolver”, explica Cristian. Foi isso que o público do Conac pôde observar nos vários projetos do campus Piranhas.


Manejo de cactáceas como forma de empreender


O projeto sobre o manejo de cactáceas para geração de emprego e renda, apresentado pela discente Maria Gabriela de Araújo, é um deles. A aluna explica que o Brasil é o terceiro país em diversidade de cactáceas no mundo e que elas apresentam uma grande beleza cênica, que pode ser explorada economicamente. Pensando nisso, o professor Cristian e seus orientandos resolveram dar as ferramentas para que mulheres do assentamento Olga Benário pudessem extrair da natureza as cactáceas tão presentes na paisagem do sertão, sem causar impacto ao meio ambiente, replicá-las e comercializá-las em pousadas e restaurantes da região. As oficinas para capacitação dessas mulheres ainda estão em curso e, até o momento, elas já aprenderam como produzir seu próprio adubo, através da compostagem, e as técnicas de replicação das cactáceas. “Além de empoderar essas mulheres e gerar condições mínimas de emprego e renda, o projeto pretende despertar a necessidade da conservação do meio ambiente e preservação das plantas nativas, através do manejo correto das cactáceas”, explica Maria Gabriela.


Exploração da Jandaíra para preservação da espécie e rentabilidade
O que o professor Cristian viu nas cactáceas, o docente Randerson Cavalcante viu nas Jandaíras, abelhas sem ferrão nativas da Caatinga. O bolsista do projeto Adriano Marques explica que o objetivo do trabalho é gerar em agricultores de cidades vizinhas à Piranhas a conscientização sobre a importância ambiental e socioeconômica dos enxames de abelhas sem ferrão. A criação das abelhas sem ferrão apresenta-se como alternativa de preservação ambiental e melhoria da qualidade de vida de pequenos agricultores familiares. No entanto, em consequência do desmatamento, das queimadas e do uso de agrotóxicos, as abelhas sem ferrão brasileiras estão sofrendo um processo muito agressivo de redução da sua população em ambiente natural, sendo necessário a realização de ações que possam contribuir para preservação desse importante grupo de insetos úteis. O projeto de extensão ainda está no início e pretende capacitar dez futuros produtores de mel. “Cada um vai receber um enxame e serão instruídos sobre o manejo, importância e produção de mel das abelhas Jandaíra, a ideia é que, através do conhecimento e manejo, os agricultores ajudem a preservar a espécie”, afirma Randerson.


Processamento de frutas para comercialização
Na área de agroindústria, o Ifal Piranhas também levou ideias empreendedoras para explorar o potencial alimentício do semiárido, como, por exemplo, o projeto "Desenvolvimento de derivados de frutas e orientação produtiva no sertão alagoano". O projeto, apresentado por Kalênia Laura da Silva e orientado pela professora Poliane Lima, tem como objetivo levar o conhecimento aprendido pelos alunos de Agroindústria do Ifal, sobre processamento de frutas, para moradores do assentamento rural Gastone Beltrão. A capacitação pretende gerar uma nova fonte de renda para a população do assentamento, a partir da produção de derivados do tamarindo, caju e acerola, frutas que têm sua venda restrita ao estado natural, apesar de possuir grande potencial para a produção de derivados. Kalênia explica que já foi realizada uma oficina para produção de geleia de acerola e que ainda acontecerão oficinas de chutney com tamarindo e carne seca com caju, produtos gastronômicos que devem atrair o olhar do comércio.

Um outro olhar para a Caatinga
Para a estudante de Agronomia, Raquel Soares da Silva, a visão que as pessoas têm da Caatinga é muito superficial e a própria educação básica contribui para isso, abordando o bioma de forma rasa no currículo escolar. Por acreditar que essa imagem de um bioma seco, cinza e pobre deve ser desconstruída do imaginário popular e que a verdadeira Caatinga deve ser estudada e aprofundada na escola é que Raquel participou do projeto “Convivendo com o Bioma Caatinga”. O projeto levou estudantes do ensino médio da escola Coopex, em Piranhas, para conhecer mais sobre a flora e fauna locais e sobre a história do cangaço, através de trilhas. A Caatinga também foi estudada por eles na sala de aula, em várias matérias de forma interdisciplinar. “Vimos, ao final do projeto, que os estudantes não tinham mais aquela visão superficial e que aprenderam a admirar a beleza do cinza. Não é porque a Caatinga fica seca a maior parte do tempo que ela é pobre”, afirma Raquel. Assim como o público do projeto “Convivendo com o bioma Caatinga’ mudou sua visão sobre o Semiárido, o campus mais distante e isolado do Ifal deve ter mudado a imagem do Sertão para o público do Conac, pois o campus levou para Maceió um Sertão farto de potenciais e algumas ferramentas e ideias para explorá-los. Para o coordenador de extensão do Campus, o professor José Madson da Silva, valeu a pena todo esforço empreendido em levar o Ifal Piranhas para o Conac. Para ele, por mais difícil e cansativo que seja o deslocamento de alunos e professores de Piranhas à Maceió, é muito importante que ele aconteça, para mostrar a toda a comunidade o que o Ifal Piranhas tem feito e para provocar nas pessoas a seguinte reflexão: se o sertão é tão rico, por que é tão pobre?

Fonte: Ifal Piranhas

 

segunda-feira, 1 de outubro de 2018

CBTU participa da Semana da Criança com 6 viagens entre Maceió e Fernão Velho

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Para comemorar a Semana da Criança e como faz todos os anos, a Companhia Brasileira de trens urbanos – CBTU realiza, a partir desta quarta-feira e até o dia 10, seis viagens com um total de cerca de 1.500 crianças.


As viagens serão sempre no horário de 08h30m entre Maceió e Fernão Velho e serão distribuídas às crianças materiais didáticos e educativos sobre a ferrovia, além da participação de dois animadores. Nessas viagens apenas escolas públicas irão participar e que se localizam, na sua maioria, na região onde circula o VLT.  

Fonte: Assessoria