quinta-feira, 28 de dezembro de 2017

Câmara de Delmiro Gouveia encerra atividades de 2017 e entra em recesso





A sessão ordinária desta quinta-feira (28) marcou o fim das atividades na Câmara de Vereadores de Delmiro Gouveia neste ano. Com a última reunião realizada, os parlamentares entraram em recesso, aprovando a LOA, a criação do Conselho Municipal de Segurança e outros projetos do Executivo.

Estiveram presentes o presidente Ezequiel de Carvalho Costa (Kel) e os vereadores Marcos Costa, Francisco de Assis Pereira (Kinho), Geraldo Xavier, Enoque Batista, George Lisboa Júnior, Fabíola Marques, Henriqueta Cardeal, Raimundo Valter (Casagrande) e Daniel Marques.

Na tribuna, Fabíola Marques, Daniel Marques e Enoque Batista fizeram um breve balanço do ano que passou e das proposições apresentadas em benefício da população. Os parlamentares ressaltaram que, embora muitas das proposições não sejam atendidas pelo Executivo, que irão continuar lutando pela melhoria da qualidade de vida do povo delmirense, apresentando projetos que busquem mudanças significativas na realidade da comunidade.

Além da aprovação do Conselho Municipal de Segurança Pública, que tem como objetivo complementar as políticas tradicionais no controle da criminalidade e da violência, os vereadores aprovaram ainda a emenda que permite a criação de escola municipal de música, o Projeto de Lei do vereador Daniel que dispõe sobre uma central de videomonitoramento, e outros projetos enviados pelo prefeito.

Ao encerrar a reunião, o presidente Kel agradeceu a presença da população e o trabalho desenvolvido pelos vereadores durante todo o ano. Ele ressaltou que a Casa Legislativa terá sempre como foco o povo delmirense.  Após o recesso, as atividades parlamentares retornam dia 2 de fevereiro. 

ASCOM CMDG

terça-feira, 26 de dezembro de 2017

Governo do Estado inaugura Cisp de Igaci nesta quarta (27)

Este será o 11º Centro Integrado de Segurança Pública entregue pelo Estado à população alagoana
Este será o 11º Centro Integrado de Segurança Pública entregue pelo Estado à população alagoana Ascom
 
 
Texto de Vanessa Siqueira

Encerrando a agenda de inaugurações da Segurança Pública em 2017, o governador Renan Filho e o secretário de Estado da Segurança Pública, Lima Júnior, inauguram, nesta quarta-feira (27), o Centro Integrado de Segurança Pública (CISP) do município de Igaci. A solenidade acontece às 10 horas, na rodovia AL-115, no Centro.

Este será o 11º Centro Integrado entregue à população. Assim como as demais unidades já em funcionamento, as obras custaram R$ 1 milhão e 425 mil de recursos próprios do Governo do Estado e tem como grande diferencial a união das Polícias Civil e Militar em um mesmo ambiente.


Os agentes da Polícia Civil e os militares que atuarão na unidade terão disponíveis instalações e acomodações modernas, que melhorarão também a rotina de trabalho por eles adotada.


Além de Igaci, já estão em funcionamento os Cisps de Boca da Mata, Cajueiro, Girau do Ponciano, Junqueiro, Murici, Ouro Branco, São José da laje, São José da Tapera, São Luís do Quitunde e Viçosa.

quarta-feira, 20 de dezembro de 2017

Governo define banca organizadora para o concurso da Educação

 
Concurso disponibiliza 850 vagas para a composição do corpo docente das escolas da rede estadual
Concurso disponibiliza 850 vagas para a composição do corpo docente das escolas da rede estadual Foto: Divulgação
 
Texto de Minne Santos e Fabiana De Mutiis

O Governo de Alagoas, por meio da Secretaria de Estado do Planejamento, Gestão e Patrimônio (Seplag), assinou o contrato com o Centro Brasileiro de Pesquisa em Avaliação e Seleção e de Promoção de Eventos (Cespe/Cebraspe) para organização e realização do certame do concurso para a Secretaria de Educação de Alagoas (Seduc), que ofertará 850 vagas para a composição do corpo docente das escolas da rede estadual.

De acordo com o secretário titular da Seplag, Fabrício Marques Santos, o Governo vai se empenhar para nomear os aprovados com celeridade, com vistas a atender às demandas da rede estadual de ensino de forma mais eficaz.

“Os concursados devem desempenhar um papel fundamental na ampliação da nossa rede de ensino, que já vem recebendo uma atenção maior por parte do Estado. O Governo entende a necessidade e importância de certames como esses para a melhoria contínua dos índices educacionais dos jovens alagoanos. A Cespe, empresa responsável pela organização do concurso, deve dar continuidade ao nosso trabalho de forma transparente e célere”, explica o titular da pasta.

O secretário Luciano Barbosa explica que uma comissão foi formada por integrantes do Sindicato dos Trabalhadores da Educação de Alagoas (Sinteal), pela Seplag, pela Seduc e pela Procuradoria Geral do Estado (PGE), com o objetivo de garantir a transparência do processo.

O titular da pasta estadual da Educação falou ainda sobre a carga horária que os aprovados terão que cumprir, dividida em atividades dentro da sala de aula, aulas de campo, além do planejamento.

“O concurso será de 30 horas para os profissionais, de acordo com a nova Lei de Diretrizes e Bases da Educação e avanços da categoria na Educação, estabelecendo que o professor deve dedicar 30% do seu tempo para o planejamento e atividades fora de sala de aula. Dessas 30 horas, 10 serão dedicadas ao planejamento, e as outras 20 horas para estar em sala de aula”, afirma Luciano Barbosa.

A expectativa é que o edital do certame seja publicado ainda este mês. 

Agência Alagoas

segunda-feira, 18 de dezembro de 2017

Fluxo de turistas internacionais em Alagoas cresce 208% em dois anos

Somente em novembro, os dados da Infraero revelam também que o índice registrou aumento de 8,70% com relação ao mesmo período do ano passado, com mais de 171 mil pessoas desembarcando em Alagoas
Somente em novembro, os dados da Infraero revelam também que o índice registrou aumento de 8,70% com relação ao mesmo período do ano passado, com mais de 171 mil pessoas desembarcando em Alagoas Kaio Fragoso


 
 
 
Texto de Thiago Tarelli

É cada vez mais comum ouvir sotaques e idiomas diferentes pelas praias de Alagoas. Segundo dados da Infraero, nos dois últimos anos o número de turistas internacionais cresceu 208%. Em 2016, o número de estrangeiros que visitaram Alagoas era de aproximadamente duas mil pessoas, já neste ano esse número supera a marca de seis mil.

A tendência é que esse índice siga crescendo, já que em janeiro de 2018 a malha aérea alagoana contará com sete voos extras vindos da Argentina, trazendo mais de mil pessoas para Alagoas, somente no primeiro mês do ano.


O crescimento também é verificado no fluxo total de passageiros, entre nacionais e internacionais, do Aeroporto Internacional Zumbi dos Palmares, principal porta de entrada no Estado, que registrou um crescimento de 3,08% no acumulado do ano, de janeiro a novembro de 2017, superando a marca de 1,8 milhão de turistas.

Somente em novembro, os dados da Infraero revelam também que o índice registrou aumento de 8,70% com relação ao mesmo período do ano passado, com mais de 171 mil pessoas desembarcando em Alagoas. Em 2016, 157 mil turistas passaram pelo Aeroporto Zumbi dos Palmares.


O secretário de Estado do Desenvolvimento Econômico e Turismo, Rafael Brito, conta que os novos voos são conquista de um intenso trabalho do Governo de Alagoas em expandir a malha aérea do Estado.

“Nós recebemos com muito entusiasmo e satisfação esses resultados positivos e relevantes do fluxo de turistas em Alagoas que irão gerar mais emprego e renda para a população, tendo em vista a importância econômica do turismo. Estes novos voos são fruto de nosso trabalho de articulação para fortalecimento da malha aérea e irão incrementar nossos números para o próximo ano. O nosso foco internacional acaba sendo o Mercosul, com prioridade na Argentina, que é nosso principal mercado emissor. O desafio para o próximo ano é continuar expandindo não só nosso mercado internacional, como também o nacional, com trabalhos de promoção e divulgação do destino”, explica Brito. 

Agência Alagoas


domingo, 17 de dezembro de 2017

Casal planeja ações para enfrentar redução da vazão do Velho Chico

Estação de captação de água do novo Sistema Coletivo do Agreste, em Traipu
Estação de captação de água do novo Sistema Coletivo do Agreste, em Traipu (Foto: Ascom/Casal)
 
 
Texto de Oldemburgo Neto

A redução da vazão do rio São Francisco traz muitas consequências negativas, que vão desde a dificuldade no abastecimento enfrentada por empresas de saneamento que utilizam as águas do Velho Chico para captação, tratamento e distribuição de água, até impactos econômicos, sociais e ambientais observados, sobretudo, na região do Baixo São Francisco.

Com a missão de diagnosticar o resultado desses impactos, superintendentes e gerentes da Companhia de Saneamento de Alagoas (Casal) reuniram-se na manhã desta quarta-feira (13), no auditório do Complexo Farol, em Maceió.

Participaram do encontro o vice-presidente de Gestão Operacional (VGO), Francisco Beltrão; superintendentes, assessores e gerentes da VGO e das três Unidades de Negócio mais afetadas pelo problema – Sertão, Bacia Leiteira e Agreste.

A reunião teve como objetivo alinhar as ações estratégicas da empresa ante os prejuízos causados pela redução da vazão do rio.

“A vazão reduzida está causando três problemas crônicos ao abastecimento feito pela Casal. O aparecimento de algas marinhas e mexilhões na água doce, a intrusão salina em Piaçabuçu e até mesmo a presença de um verme chamado poliqueta, recentemente, na cidade de Penedo”, disse o superintendente de Negócio do Interior, Eduardo Henrique.

Durante a reunião, os gestores da Casal definiram que a Companhia apresentará, no dia 16 de janeiro de 2018, um documento contendo um trabalho extenso de catalogação dos impactos causados pela redução da vazão, que será encaminhado ao governador do Estado, Renan Filho, para que este submeta aos órgãos superiores de regulação – Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), Agência Nacional de Águas (ANA), Companhia Hidrelétrica do São Francisco (Chesf) e Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).

“Precisamos levar adiante essa problemática, porque ela é urgente. Também buscaremos outras empresas de saneamento que estão com dificuldades no abastecimento, como é o caso da Deso (Companhia de Saneamento de Sergipe) e da Embasa (Empresa Baiana de Águas e Saneamento), para endossar o nosso documento”, declarou Eduardo Henrique.

Em Alagoas, a vazão liberada pelo reservatório de Xingó é de 550 metros cúbicos por segundo de acordo com a mais recente resolução da ANA. Entre Bahia e Pernambuco, o reservatório de Sobradinho também opera com os mesmos 550 metros cúbicos por segundo. Essa é a menor vazão já autorizada para ambos os reservatórios em toda a história.

Agência Alagoas

sábado, 16 de dezembro de 2017

PAA Estadual tem orçamento de R$ 15 mi para compra de produtos da agricultura familiar

PAA/AL vai beneficiar 1.875 agricultores em 78 municípios com a compra direta de alimentos da agricultura familiar
PAA/AL vai beneficiar 1.875 agricultores em 78 municípios com a compra direta de alimentos da agricultura familiar(Foto: Arquivo/Agência Alagoas)

Texto de Severino Carvalho
O Fundo Estadual de Combate e Erradicação da Pobreza (Fecoep) aprovou, na quarta-feira (13), a aplicação de R$ 15 milhões para que o Instituto de Inovação para o Desenvolvimento Rural e Sustentável (Emater) execute, em 2018, o Programa Estadual de Aquisição de Alimentos de Agricultores Familiares (PAA/AL).

O projeto foi enviado pelo governador Renan Filho à Assembleia Legislativa do Estado (ALE) e aprovado no dia 30 de novembro (Lei N° 7950). O orçamento do PAA Estadual para 2018 é três vezes maior do que o do Programa de Aquisição de Alimentos do Governo Federal executado este ano.

Para o governador, Alagoas dá exemplo ao Brasil ao criar o PAA Estadual. “Com esse programa, a gente gera um grande benefício ao pequeno agricultor, porque o Governo Federal praticamente descontinuou o PAA Federal, e para não deixar o produtor alagoano no abandono, nós criamos o PAA Estadual. Esse programa é administrado pela Emater e vai, sem dúvidas, ser um alento para o agricultor de nosso Estado. A gente demonstra com isso que, quando se quer fazer, mesmo com menos possibilidades, a gente faz”, afirmou Renan Filho.

A PAA/AL (compra com doação simultânea) vai beneficiar 1.875 agricultores de 78 municípios alagoanos, em todas as regiões do Estado, organizados por meio de associações e cooperativas, que poderão vender sua produção a preço justo, e cerca de 25 mil famílias em situação de insegurança alimentar e nutricional, que receberão os produtos por meio de instituições integrantes da rede socioassistencial.

Serão abastecidos, ainda, hospitais, restaurantes populares e o sistema prisional alagoano. O Governo do Estado vai adquirir produtos como frutas, verduras, tubérculos, grãos, derivados do leite, frango caipira, bolos e doces caseiros, dentre outros.

“De um lado estamos apoiando os agricultores, comprando a produção deles por preço justo, e, por outro, alimentando famílias com carência alimentar. Como são perecíveis, não podemos armazenar esses produtos. Então, vamos trabalhar com as instituições da rede socioassistencial, que farão a distribuição nas periferias da capital e nas cidades do interior do Estado”, explicou o diretor-presidente da Emater, Elizeu Rêgo.

Redução

A União, desde 2016vem reduzindo drasticamente os recursos do PAA Federal, que saiu de R$ 25 milhões para apenas R$ 5,2 milhões liberados em 2017. Segundo Elizeu Rêgo, Alagoas é a primeira unidade da Federação a criar o PAA Estadual e aportar recursos para executá-lo.

“Desde abril que o governo federal parou de aportar recursos para o PAA Federal. O governador de Alagoas entendeu essa dificuldade e acaba de liberar R$ 15 milhões para que a Emater possa, rapidamente, executar esse programa, comprando a produção dos agricultores, por meio de suas associações e cooperativas, por preço de atacado, balizado pela Ceasa”, salientou o diretor-presidente da Emater. 

sexta-feira, 15 de dezembro de 2017

Alagoas Feita à Mão transforma arte popular em oportunidade, diz Renan Filho

 Livro Coleção Alagoas Feita à Mão conta o processo produtivo dos presentes governamentais, desde a seleção dos artesãos à pesquisa de técnicas e matérias-primas utilizadas nas seis peças apresentadas
Livro Coleção Alagoas Feita à Mão conta o processo produtivo dos presentes governamentais, desde a seleção dos artesãos à pesquisa de técnicas e matérias-primas utilizadas nas seis peças apresentadas Fotos: Thiago Sampaio
 
 
Texto de Petrônio Viana

O governador Renan Filho, a primeira-dama Renata Calheiros e o secretário de Estado do Desenvolvimento Econômico e Turismo, Rafael Brito, lançaram nesta sexta-feira (15), no Museu Palácio Floriano Peixoto, o livro com a coleção e a nova linha de presentes governamentais, resultados do projeto Alagoas Feita à Mão, idealizado pela primeira-dama e executado pela Secretaria do Desenvolvimento Econômico e Turismo (Sedetur), em parceria com o Gabinete Civil e Imprensa Oficial Graciliano Ramos.

Na avaliação do governador Renan Filho, por meio do projeto Alagoas Feita à Mão, o intuito é valorizar e divulgar a arte popular alagoana, levando o trabalho de artistas locais a todos os recantos do Brasil e do mundo. “Essa é a primeira publicação de um processo de estímulo verdadeiro da arte popular, da valorização dos nossos artesãos, da entrega da nossa arte a outras autoridades, levando ela a mais lugares, ganhando mercado e transformando essas peças em emprego, em renda, em oportunidade, em melhoria da qualidade de vida de pessoas em comunidades remotas, mas geniais na criação. Valorizar o artesanato e a arte popular é valorizar a história do nosso povo, dar oportunidade a quem mais precisa, chegar mais perto de quem nasceu com uma vocação e agora está tendo a oportunidade de ver sua vocação ser reconhecida”, disse o governador. 

“No passado, o Governo de Alagoas custeou as despesas do pintor Rosalvo Ribeiro, que retratava a elite da época, para que ele morasse na França. Ribeiro pagava ao Estado em obras, que hoje ornamentam as paredes do Palácio Floriano Peixoto. Ele ganhou o mundo e suas obras ficaram aqui. Hoje, nós abrimos as portas do Palácio Floriano Peixoto para trazer para cá a arte do povo alagoano, para dividir o recurso que outrora era destinado a representantes da elite intelectual alagoano com tantos talentosos alagoanos sempre esquecidos pelo poder público. Isso cria um novo ambiente. Com isso, a arte ganha o mundo, cria asas, transforma-se em algo muito mais representativo”, lembrou Renan Filho.  

Lembranças 

A linha de presentes institucionais lançada pelo Governo de Alagoas visa padronizar as lembranças diplomáticas ofertadas pelo governador e secretários de Estado a autoridades, instituições e parceiros. As peças foram criadas por 12 artesãos alagoanos de todas as regiões do Estado, integrando materiais e técnicas para reproduzir a identidade cultural de Alagoas. O trabalho foi coordenado pelo arquiteto e designer alagoano Rodrigo Ambrósio. Já o livro Coleção Alagoas Feita à Mão conta o processo produtivo dos presentes governamentais, desde a seleção dos artesãos à pesquisa de técnicas e matérias-primas utilizadas nas seis peças apresentadas.
 

O artesão Genilson Lima, da Barra de Santo Antônio, ressaltou a satisfação em ver o trabalho dos artesãos alagoanos valorizado. “Hoje as atenções de todos estão voltadas para o nosso trabalho. Estou muito feliz de participar desse projeto. Esperamos que outros projetos possam trazer novos talentos para serem expostos. Nosso Estado tem muitos artistas e esse trabalho vai abrir as portas para essas pessoas, com a divulgação do que é produzido aqui”, disse o artista.
 
De acordo com a primeira-dama Renata Calheiros, hoje 13 mil artesãos estão cadastrados como artesãos em Alagoas, o maior número de artistas credenciados no Brasil. “Essas peças representam parte das ações do governo para resgatar o orgulho do povo alagoano por meio da arte popular. Esse programa busca abrir as portas dos ateliês, estar ao lado do artesão, dar-lhes apoio e a confiança de que ele pode ser mais. Não por acaso, essa coleção está sendo lançada no ano em que Alagoas completa 200 anos. Estamos exaltando um dos patrimônios do nosso Estado, preservando nossa identidade e nossas tradições, com o olhar no caminho do desenvolvimento social e econômico”, explicou.
 

“Hoje apresentamos o resultado de um profundo estudo da produção artesanal alagoana, das nossas raízes, da história do nosso povo, que, com as próprias mãos, materializa a sabedoria popular. Lançamos essas peças com objetivos importantíssimos, visando ao fomento, à preservação e à divulgação do artesanato. Por trás de cada tecido, barro, madeira e todas as outras tipologias, tem a alma de um povo que produz arte espontânea, ingênua, a arte representada por histórias de vida”, afirmou a primeira-dama.
 
Para o secretário de Estado do Desenvolvimento Econômico e Turismo, Rafael Brito, o apoio do Governo do Estado à arte popular alagoana tem gerado um ambiente favorável ao desenvolvimento da atividade. “A maioria das pessoas não conhece o poder transformador do artesanato dentro de uma comunidade, em termos de desenvolvimento econômico e, principalmente, no desenvolvimento socioeconômico. A maioria das comunidades se integra e passa a produzir e, quando conseguem entrar no mercado de trabalho, aquilo muda a vida de muita gente. Dentro da Sedetur, o programa Alagoas Feito à Mão tem todo o carinho e a atenção, porque, sem dúvida, nós temos noção da importância do artesanato na vida dessas pessoas”, disse o secretário.
 
Também participaram do lançamento o vice-governador e secretário de Estado da Educação, Luciano Barbosa, superintendente do Sebrae em Alagoas, Marcos Vieira, o presidente da Imprensa Oficial, Dagoberto Omena, o presidente da Emater/AL, Elizeu Rego, os secretários de Estado da Comunicação, Enio Lins, da Cultura, Mellina Freitas, da Ressocialização, Marcos Sérgio, da Prevenção à Violência, Esvalda Bittencourt, da Mulher e Direitos Humanos, Cláudia Simões, além de representantes do trade turístico e de várias associações e cooperativas de artesãos. 

Agência Alagoas